26 dezembro 2017

Reciclar o lixo é respeitar o próximo




Impressionante a quantidade de lixo que produzimos diariamente na nossa casa!

Quando eu morava no Brasil, não fazia coleta seletiva, mas ao me mudar para Portugal tive que aprender a separar o lixo corretamente porque aqui eles se importam bastante com isso e em várias áreas residenciais podemos encontrar 4 lixeiras enormes para armazenar os detritos.
Uma para plástico, outra para papel, orgânico e vidro.

O grande desafio é aprender a separar o lixo corretamente em casa e jogá-lo nas lixeiras sempre quando der porque o cheiro pode incomodar bastante quando armazenamos por mais de 2 dias os detritos em casa. Eu digo isso porque sempre peguei as sacolas de lixo e joguei na lixeira do prédio e nem me importei com o que acontecia depois. Agora separo tudo, lavo o plástico com alimentos, tipo iogurte, sopas e afins, e depois coloco o conteúdo em 3 lixeiras na cozinha. Os vidros eu junto em uma grande sacola reciclável e os jogo fora com cuidado na lixeira. Ouço sempre o barulho deles se partindo e tenho o cuidado de não jogar as tampinhas e a cortiça dos vinhos porque pertencem a outro lugar.

A questão é que depois de 3 meses morando aqui percebi que produzo muito mais lixo do que imaginava e assim comecei a pensar de onde vinha tanto plástico e tanto papel. Percebi que talvez estivesse comendo muito produto industrializado e isso me fez pensar na contradição da questão ambiental em relação a coleta seletiva.


Coletar lixo separadamente é o ideal para uma consciência ambiental e é dever de todo cidadão se preocupar com a natureza e o meio em que vive. Afinal, é horrível ter que ver a sua rua de casa alagada porque tem muito lixo bloqueando a passagem da água durante uma chuva forte ou então ter que nadar em um mar de detritos orgânicos em uma praia muito bonito, mas cheia de esgoto.
No entanto, o que mais vejo são produtos industrializados com várias camadas de plástico, caixas com dupla embalagem, caixas disso, caixas daquilo e assim vamos consumindo muito lixo desnecessário. Tem dias que eu fico olhando para o meu lixo e pensando: “O que eu posso fazer para diminuir o consumo do papel? E do plástico?



Eu guardo sempre as sacolas plásticas e bolsas recicláveis para usar nas compras. Aqui você precisa pagar por elas, então o melhor é ter sempre algumas disponíveis na bolsa ou no carro. Isso é um ponto super positivo, porque induz o consumidor a reduzir o desperdício de sacolas plásticas.
Com as novas tecnologias e os novos leitores de livros e artigos, eu quase não imprimo mais textos para ler e exercícios para fazer. Na Universidade do Minho existe uma consciência muito grande quanto a isso também. Nós enviamos os trabalhos online e recebemos a correção pela plataforma e-learning. Assim não precisamos imprimir um mar de folhas e podemos enviar várias vezes o mesmo arquivo dentro do prazo caso tenhamos vontade de mudar algo no trabalho.

Só que ao mesmo tempo em que alguns setores da Universidade tem a consciência de trabalhar com o sistema informatizado, temos o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras que exige muitos papéis para dar entrada em um processo. Entretanto, o importante é existe mudanças em todas as áreas em prol do meio ambiente e da diminuição de lixo. Portugal está se informatizando aos poucos e aceitando as novas tecnologias nos órgãos públicos e Universidades. É só questão de tempo para tudo se ajeitar e consumirmos menos papel.

Mas, eu gostaria bastante de reduzir o meu consumo de plástico aqui em casa. Se alguém tiver alguma dica, por favor, deixe nos comentários. 

A educação ambiental é muito importante para todos. Estimule a sua família a reciclar e a consumir menos produtos industrializados.

Beijos,

Carolina

22 dezembro 2017

Ler em inglês é superar as barreiras da sua mente


Motivada por uma vaga em um estágio de verão aqui em Portugal resolvi melhorar o meu inglês e focar nos estudos para poder falar fluentemente e não apenas escrever “inglês avançado” no meu currículo sem conseguir completar uma frase sem gaguejar. Foi assim que decidi me dedicar 2 horas por dia em estudar esta língua e obtive resultados inesperados.

Eu nunca pensei que fosse aprender muito mais do que vocabulário e gramática lendo em inglês. Para mim estudar esta língua sempre foi um desafio, porque desde pequena faço cursos e não consigo me expressar e falar fluentemente como gostaria. 

Assistia séries e filmes com legendas em português e não fazia a menor questão de tentar entender as músicas que ouvia diariamente na rádio. Até que vi muitos colegas escrevendo e falando inglês fluentemente sem nunca ter saído do Brasil e pensei:
“Ah, cara. Se eles podem, eu também posso.”
Perguntei o segredo e alguns me ensinaram a treinar ouvindo vídeos no Youtube, outros falaram sobre praticar jogando vídeo game e os mais apaixonados e loucos me disseram para tentar ler em inglês. Como assim? Ler em inglês não vai me ajudar a falar, pensei. Estava enganada. É claro que eu pratico a língua lendo, ouvindo, compreendendo e falando com amigos que tem mais fluência do que eu, mas a leitura se mostrou muito mais interessante e completa do que eu imaginava.

21 outubro 2017

Experimentando a comida da Holanda



Comer é sempre muito bom, não é? Experimentar comidas diferentes e combinações alimentares bem peculiares é melhor ainda! Foi por isso que eu resolvi abrir a  boca e provar as delícias gastronômicas da Holanda. 

Como eu ainda  não sou rica, escolhi as comidas mais em conta para provar, mesmo assim valeu muita a pena me entupir de croquete um dia e comer salmão defumado com salada no outro! Juro que o prato com o salmão estava bom! Eu não costumo almoçar só salada, então para mim foi algo bem inusitado. 


Eu gosto mesmo é de arroz e feijão, mas lá eles tem o costume de comer sanduíches no almoço. Então, resolvi experimentar um sanduba de croquete, ovos e bacon com pão preto. Confesso que fiquei receosa, mas até que estava gostoso!

Dica: Encha o croquete de mostarda, maionese ou outros molhos que fica uma delícia!  hahaha


Como eu adoro comer batata frita, a minha primeira "refeição" na Holanda foi um cone de batatas com muito ketchup e maionese e de quebra um croquete vegetariano. 





Como eu não entendi muito bem o sabor dos croquetes  (hahaha sou lerda) acabei experimentando  alguns com sabores bem diferente. Uns tinham gosto de carne de soja, outros de capim e queijo, espinafre e por aí vai. Parece aquelas balas com gosto esquisito do Harry Potter! hahaha

E os doces, Carol?

Bom, é claro que eu não podia deixar de provar os doces lindos e elegantes que me chamavam a atenção todos os dias! É difícil fazer dieta em uma cidade que joga açúcar em cima de você o tempo todo! hahaha Brincadeira, mas eu fiquei bem louca com os crepes e tortas de chocolate. Quando eu vi este Waffle com nutela e morango não pensei duas vezes e comprei! Quase vendi o meu rim para pagar porque custou a bagatela de 9 euros e quando mordi perdi todo o encanto. 

O doce era seco e nada apetitoso. Eu deveria ter comprado na outra loja mais escondida que estava cheia e era mais barata, porém os meus olhos não me deixaram fazer isso! Comi com os olhos e paguei com a boca e o bolso. hauhauhaua





E aquela refeição de dar água na boca feita por um chinês? Eu estava doida para comer comida e salivei muito quando encontrei o boteco dos chineses. O problema foi conseguir comer todas as batatas! Elas são grossas e crocantes! Hmmmmm que saudades! Holandês (Ops, chineses!) sabem fazer batatas!



Eu também provei  as iguarias e ervas locais, mas não posso postar as fotos dos produtos por questões de privacidade! Mentira, eu passei mal comendo os produtos da ervinha verde, então nem vou recomendá-los. Acho que devo ter algum tipo de alergia porque comi o chocolate e fiquei enjoada, comi o bolinho e uma dor de cabeça insuportável tomou conta de mim! hahaha 

Beijooooooooos,





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